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Em 1907 surge no Recife pela primeira vez a xilogravura no cordel. Chagas Batista, poeta pioneiro, publica em página interna a estampa de Antônio Silvino, célebre cangaceiro. Na mesma época, Leandro de Barros, também poeta, reutiliza a figura em suas capas. Essa imagem vem a circular até 1925, com pequenas alterações.

Na Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro encontra-se a mais antiga referência do folheto.

©2007. Exposição 100 Anos de Xilogravura na Literatura de Cordel. Um projeto Cultura & Criatividade